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#misturando 03: as cores, as áreas exatas e biológicas e a vida

#misturando 03: as cores, as áreas exatas e biológicas e a vida
Julia Vizotto
out. 3 - 6 min de leitura
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Olá, universitáries de todo o Brasil, como vocês estão? 

Esse é o terceiro post de uma nova coluna na comunidade que eu e a Jeanne Delava resolvemos criar. Aqui, no #misturando, nós apresentamos os dois lados da moeda de muitos assuntos do mundo universitário, mostrando que eles podem ser mais complementares do que parecem. 

Nós estamos levando esse projeto há algum tempo e aqui você pode encontrar nosso último post:

Área humanas

Áreas exatas/biológicas

 

Nesse terceiro post, vamos trazer para vocês como funciona os trabalhos em grupo, tanto nas humanas, como nas exatas e, também, nas biológicas.

Aqui, você lerá nossos apontamentos sobre as exatas/biológicas e, no perfil da outra colunista, poderá acessar sobre a outra área. 

 

Sei que as duas áreas possuem especificidades com relação aos trabalhos em grupo, porém acredito que os principais pontos acabam caindo mais no tipo de trabalho e no relacionamento do grupo do que na área por si só. Dito isso, esperamos que vocês gostem e, agora, com vocês…

 

Os trabalhos em grupo nas exatas e biológicas!

Lets Go Naacp GIF by BET

Estando em um curso de graduação que mistura as duas áreas, vivenciei três grandes tipos de trabalho em grupo:

  1. Aulas práticas no laboratório (relatório e apresentação de dados)
  2. Realização de seminários durante as disciplinas sobre temas pré-definidos
  3. Trabalhos “finais” de disciplina com desenvolvimento de projetos inovadores

 

De forma geral, os dois pontos iniciais cruciais são: decidir quem fará parte do seu grupo e estabelecer um canal de comunicação para conversar durante o desenvolvimento (sim, mais um grupinho maroto no whatsapp pra você acompanhar).

Quando professores e professoras não montam o grupo, normalmente a gente sempre faz com o mesmo grupinho de sempre né? É ótimo pois a gente acaba entendendo como as outras pessoas trabalham, e confesso que isso facilita muito durante o semestre, principalmente aquele mais denso de matérias.

Mas lembre-se da importância que é trabalhar com pessoas diversas, tanto para fazer networking dentro da própria sala de aula quanto aprender a lidar com diferentes opiniões e pessoas. Apesar de não ser tão comum, os trabalhos em grupo acabam sendo uma ótima oportunidade pra isso!

school think GIF by SoulPancake

Um dos pontos mais estressantes que vivenciei e que davam problema nos meus grupos eram os horários. Apesar da maioria ter a mesma grade horária, as pessoas possuíam cronogramas, planejamentos e atividades diferentes. Então é MUITO importante que a equipe inteira já deixe tudo muito transparente desde o início sobre os horários de preferência de trabalho e atividades extracurriculares.

No meu grupo por exemplo, uma amiga gostava de acordar cedo e dormir no máximo às 22h, enquanto um dos meninos madrugava e virava noite fazendo as coisas. Alinhe e sintonize tudo isso desde o começo, assim ninguém se frustra e se estressa com o modo que a outra pessoa trabalha.

Puxando o gancho nisso e sabendo que as pessoas gostam de trabalhar em diferentes momentos, é extremamente importante não centralizar as informações ou anotações em uma única pessoa, pois isso pode atrapalhar o desenvolvimento individual do trabalho.

Nos dias de hoje, com a possibilidade e facilidade de trabalhar com os arquivos na nuvem, não faz sentido centralizar as informações. Aproveite essas ferramentas para deixar as anotações e desenvolver esses trabalhos em documentos online compartilháveis, seja para uma pasta na nuvem com os materiais de referência, o trabalho escrito, apresentação ou até mesmo planilhas quando necessário. Converse com o seu grupo e decida qual das opções o grupo possui mais familiaridade e facilidade de trabalhar.

Por aqui, o corpo docente sempre falava para não fazermos o trabalho em divisão de tópicos e trabalharmos de uma forma conjunta, mas confesso pra vocês que, nos grupos que trabalhei, era raríssimo de acontecer dessa maneira e quando a gente tentava, não dava muito certo. Mas veja bem: isso não significa que eu fazia apenas meu tópico e ficava por fora do que a equipe estava fazendo. A comunicação e leitura do trabalho era essencial para que as partes fizessem sentido e não ficassem desconexas.

season 3 homer GIF

Nos casos de aulas práticas e aulas de laboratório, é importante reunir todos os dados coletados em um único documento, realizar a discussão dos resultados - durante a aula e, quando necessário, uma reunião extra, e a partir disso tudo fazer as divisões de tópicos para cada um. Particularmente, durante a aula mesmo eu e meu grupo já conseguíamos fazer todo o levantamento e discussão, mas se atente na dinâmica que seu grupo possui desses cenários.

Diferentemente da apresentação de dados de aulas práticas e de seminários com temas pré-definidos, nos trabalhos finais com criação de projetos inovadores era necessário um maior número de encontros e discussões entre o grupo para definição da problemática, discussão das soluções e construção do projeto.

Você vivenciou algum outro tipo de trabalho em grupo nessas áreas que não citei aqui? Comenta aí embaixo e me conta como você trabalha em grupo :D

 


 

Entãoooo… chegamos ao final desse terceiro post do #misturando.

 

Você percebeu como as opções entre as áreas quase não mudam? A principal diferença é o direcionamento de cada uma delas.

E sobre suas experiências, como vocês e seus grupos costumavam lidar com a questão dos trabalhos?

Aproveitando a deixa, ficamos muito felizes por sua leitura e esperamos te ver novamente no próximo post da coluna, daqui duas semanas.

 

E, claro, não se esqueça de dar uma lida no post complementar a esse :)

 


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