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Diário do Estagiário #2 - Meu intercâmbio ao Canadá - parte 1

Diário do Estagiário #2 - Meu intercâmbio ao Canadá - parte 1

 

Spoiler: eu viajo para o Canadá hauhuahuaa, brincadeira, vamos lá.

Planejamento

Bom, um pouco antes de eu ter 13 anos minha mãe havia planejado para eu ter alguma experiência internacional, afinal isso abre horizontes de muitas formas.

Apesar de na época não entender muito bem o conceito, apenas aceitei, afinal quem recusaria uma viagem a um país maravilhoso como o Canadá?

Então, para me preparar tive de fazer uma pesquisa sobre pontos turísticos de Vancouver, realizar uma estimativa do meu budget diário e necessário para esses passeios e preparar um itinerário.

Simples né?

Hahahahaha, foram umas semanas de preparo aí, a pedido de minha mãe, para que ela pudesse projetar meu budget real, que foi um pouco a mais do que eu coloquei por precaução.

Ah, quase estava esquecendo, teve a odisséia do passaporte e dos vistos, tanto americano quanto canadense (porque eu iria fazer ponte nos EUA), na época era um processo bem burocrático e que só se podia fazer presencialmente (2011).

 


O(s) vôo(s)

Mas vamos pular essa parte, considerem que tudo isso fez parte do preparo e mais umas coisinhas.

Ai, chegou o grande dia da viagem, então aos 13 anos embarquei sozinho em minha primeira e única viagem internacional até o momento.

Fiz algumas pontes tanto no Brasil quanto uma nos EUA - lá tive de passar pela alfândega americana, a gente fica tenso com todas aquelas histórias de barrar brasileiro e tals, mas acho que como estava de passagem apenas foi tranquilo.

O que mais lembro dessa parte era o frio gradativo que a cada vôo aumentava, tinha saído do verão brasileiro para o hemisfério norte que estava passando pelo inverno, no começo de janeiro, então era de se esperar.

Ah, e que dormir muito em vôos dá dor de cabeça huaahuua - sempre durmo nas viagens.

 


Chegando ao Canadá...

Chegando lá encarei meu segundo desafio - o primeiro considerei os vôos e pontes, como precisava apresentar uma série de documentos por ser de menor e tudo mais.

Então me deparei com a situação de:

"Cadê a pessoa que vinha me buscar?"

Eu tinha imaginado uma cena bem de filme, como o planejado era ficar como uma host family (família [anfitriã] que recebe intercambistas), que eles estariam lá com a plaquinha e tudo mais, ou alguém da agência da escola que iria estudar lá pelo menos - sendo esse segundo caso, o que minha mãe tinha me informado.


Mas, aguardando em torno de uma meia hora ali no saguão, ninguém apareceu - pensei:

"Esqueceram de mim"

- então peguei a carta que constava o endereço da host family, minhas malas e peguei um táxi.

 

Acabei repassando o endereço errado - pois no papel constava também o endereço de algum responsável da agência de viagem - mas felizmente o taxista foi bem de boas, muito simpático e me esperou enquanto esperávamos uma resposta ao tocar a campainha da casa.

Como ninguém respondeu, seguimos ao segundo endereço, que felizmente foi o endereço correto de minha host family. Segundo desafio vencido!

 


 

Tá, no meio de tudo isso você deve estar se perguntando, mas e o inglês? Como você estava se comunicando?

Então, como eu estudei inglês além da escola dos 8 aos 17 anos, na Cultura Inglesa, aos 13 já conseguia me virar ^^.

Afinal nada mais imersivo e na prática do que se jogar em um país que fala inglês, sozinho, apenas com um pouco de dinheiro e um itinerário de pontos turísticos huauhauh.

 

Então, fazendo uma extração dessas experiências, foram situações em que pude desenvolver:

  • Preparo e planejamento - garantindo vôo(s) tranquilos [com uma correria ocasional das pontes (hue)]
  • Adaptabilidade ao contexto para resolução de problemas - afinal, quem nunca entrou num carro de um estranho em um país desconhecido?

Vou parar o post dessa semana por aqui, para não me estender muito.

Eaí, curtiram? Querem que eu continue a falar sobre minhas desventuras no Canadá? Fala aí nos comentários! ^^

Até semana que vem o/, fui!

Comunidade do Estágio
Carlos Hung
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Colunista Oficial - "Acredito muito que a educação transforma e emancipa as pessoas e no potencial infinito de todes, eu sou químico/agilista/prof de inglês/marketeiro/interessado em pedagogia, bora trocar uma ideia e expandir nossos horizontes?"

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