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Vem aí… a efetivação (e umas lições enviadas a você diretamente por Robin Scherbatsky)

Vem aí… a efetivação (e umas lições enviadas a você diretamente por Robin Scherbatsky)
Bárbara Beatriz Camello
jul. 31 - 6 min de leitura
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Todo projeto precisa de início, meio e fim. Desde as coisas mais básicas até as complexas, esta regra funciona para literalmente toda área da vida, inclusive o estágio. Nesse caso, o início se dá na contratação, o meio durante o seu processo de evolução profissional e o fim, bom… aí é que fica o mistério.

Só há duas maneiras de finalizar o processo do estágio: a negativa, demissão, todo mundo conhece e busca evitar. Já a positiva, efetivação, é a principal meta de todo estag comprometido com resultados. Nesse caso, a preocupação desse grupo costuma ser em relação ao timing: quando o milagre vai acontecer? 🤔

A resposta varia de acordo com a situação. Não há uma regra exata para a quantidade de tempo necessária em um estágio até a efetivação. A única coisa determinada por lei é o período máximo pelo qual um contrato de estágio pode vigorar: dois anos. Depois desse tempo, a empresa precisa tomar uma decisão final em relação a você. 

Apesar dos 24 meses para decisão, é comum que a efetivação venha antes. A maioria das empresas prefere deixar que os estagiários tenham um período de ao menos seis meses de adaptação antes de considerarem transformá-los em efetivados, mas, depois dessa fase inicial, ✨tudo pode acontecer✨. De acordo com um estudo realizado pelo NUBE, uma porcentagem entre 40 e 60% dos estags consegue garantir uma vaga plena na organização. Então, como acelerar seu crescimento para chegar o mais rápido possível a este grupo?

 

Comprometimento vira a 7ª jóia do infinito

Para que você se torne o efetivado do rolê, o comprometimento precisa fazer parte de todas as atividades da sua rotina. Todas mesmo. Entregas bem feitas vão te ajudar a conquistar a confiança do seu gestor e, além disso, vão mostrar que você consegue ser um profissional confiável e empenhado em dar o seu máximo em processos que promovem o crescimento e desenvolvimento da empresa.

Essa skill vai te ajudar também a manter o nível elevado dos seus projetos quando nada estiver favorável para o seu lado pois vamos ser sinceros, há algumas semanas mais difíceis do que as outras e, nesses momentos, o comprometimento vai ser o diferencial que chamará a atenção dos seus supervisores.

Um exemplo do sucesso que o comprometimento pode fornecer é dado pela personagem Robin Scherbatsky, uma das protagonistas da sitcom How I met Your Mother. Ela é canadense e chega nos Estados Unidos para trabalhar em uma emissora de televisão. Inicialmente, as reportagens destinadas a ela são aquelas que afastam todas as pessoas da redação e, durante esse período, além de se sentir desvalorizada, a jornalista fica com a sensação de que nunca vai conseguir evoluir. Ao longo do seriado, no entanto, o compromisso de Robin com o seu trabalho é o que a leva a posição de âncora dentro de um dos maiores telejornais nova-iorquinos, sua meta desde os primeiros episódios.

 

Crie laços com sua equipe

De acordo com a Doutora em Administração e especialista em carreiras Érica Bellon, as empresas em geral contratam funcionários por suas competências e os demitem por suas soft skills. Isso significa que, dentre outras habilidades, você precisa ser um profissional que saiba trabalhar em equipe, auxiliando o crescimento dos demais ao seu redor. 

A questão é que ser uma peça importante do time não vai ser o suficiente para que o seu gestor se convença da sua relevância para a equipe, afinal, esse é o mínimo esperado de um profissional moderno. O que vai mostrar de fato que você pretende estar ali para ficar é a sua capacidade de estabelecer boas relações com as pessoas ao seu redor. Isso não significa puxar saco, mas sim investir na preocupação em conhecer os indivíduos que dividem a rotina com você e que – se tudo der certo – serão seus colegas de empresa por um bom tempo. 

Nesse ponto, Robin ensina a como não agir. Sua relação com sua colega de equipe, Patrice, é mostrada com o exagero típico de sitcoms, no entanto, é possível compreender que Scherbatsky falta (bastante) com respeito a sua parceira. Na vida real, se você, como estag, decidisse agir como nossa jornalista em questão, o seu processo seria na certa finalizado da maneira mais negativa possível.

 

Aproveite a jornada

É normal ter pressa para a efetivação, no entanto, você está conseguindo aproveitar ao máximo sua trajetória até este ponto? Quando sua vaga plena na empresa chegar, as responsabilidades irão aumentar exponencialmente e, como consequência, você terá muito menos espaço para errar. Os seus superiores vão esperar que, com a promoção, você mude o seu comportamento a passe a agir com ainda mais comprometimento diante das tasks propostas. Além disso, pode chegar a você a responsabilidade de guiar outros estags pelo processo que você passou. E aí, tá preparade pra isso?

Enquanto o título de efetivado ainda não é realidade, você tem chance de aproveitar o seu tempo para investir ainda mais nos estudos e, assim, garantir que sua capacitação seja a melhor possível à medida que as exigências forem evoluindo. Ah, e um detalhe, quando seus gestores perceberem o esforço, suas chances de aceleração de carreira são extremamente consideráveis. 

Então, como Robin diria, não é sobre o destino, é sobre a jornada. Aproveite o tempo que você tem antes da efetivação para evoluir ao máximo e, assim, a transição para efetivado ocorrerá natural e tranquilamente, assim como deve ser. 🚀


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