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O uso da Inteligência Artificial como forma de educar contra a violência de gênero

O uso da Inteligência Artificial como forma de educar contra a violência de gênero
Lohraynne Fernandes
ago. 19 - 1 min de leitura
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Siri, Alexa, Google Assistant, Joice, Aura, Lu, Bia: as assistentes virtuais já fazem parte dos nossos dias e, provavelmente, você já se divertiu conversando com elas.

O problema é quando essas “brincadeiras” reforçam o preconceito de gênero, reafirmando a passividade e a função feminina de servir ao homem.

Para romper com essa realidade e educar pessoas, alguns movimentos surgiram no último ano, entre eles: o #HeyUpdateMyVoice (UNESCO) e o “Meet Q, the genderless voice”.

Se liga nesse vídeo para entender melhor:

O objetivo dessas iniciativas é mostrar a importância de ter inclusão e diversidade na tecnologia. Não só ao modificar vozes e respostas, mas em cargos criativos e de liderança (The Next Web). 

Um estudo lançado pelo UNESCO em 2019, o "I'd blush if I could", constatou que homens representam 90% da força de trabalho na criação de AI.

Conseguimos perceber que a consequência disso é o uso de vozes femininas com respostas tolerantes, submissas e passivas. 

É  o reflexo da situação enfrentada por diversas mulheres diariamente. 


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Lohraynne Fernandes

Assistente de Marketing (EJ), Leve Consultoria e Gestão de Projetos

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