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O que o diretor Roman Polanski e a banda Ghost tem em comum? Cachorrinhos fofos!

O que o diretor Roman Polanski e a banda Ghost tem em comum? Cachorrinhos fofos!
João Vitor Muniz Buarque
Feb. 28 - 2 min read
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De um lado, um dos filmes de terror mais importantes de todos os tempos: “O bebê de Rosemary”, dirigido pelo polêmico Roman Polanski e inspirado no romance de Ira Levin (que também escreveu o roteiro); escrito e filmado nos meados do século XX.

Do outro lado, nos dias atuais: a banda Ghost. Com uma sonoridade que na maioria de suas músicas é algo leve, mas com letras profanas, que de alguns anos pra cá tem ganhado uma legião de fãs (os chamados ghouls).

Mas o que ambas as coisas tem em comum?

Simples!

Cachorrinhos fofos!

“O bebê de Rosemary” está na “santíssima trindade profana” de livros de terror que se transformaram em filmes modeladores do gênero; além do livro/filme de Levin e Polanski, tem o livro “O exorcista”, de William Peter Blatty (que também assina o roteiro do filme) e dirigido por William Friedkin, e pelo livro “A profecia”, de David Seltzer (que assim como seus colegas,  também escreveu o roteiro) e dirigido por Richard Donner.

Essas obras definiram o genêro de terror hoje em dia, seja na literatura ou no cinema.

E todas tem um tema em comum: o mochila de criança.

E “O bebê…” não é apenas sobre uma mulher que dá a luz ao filho do Anjo Caído, mas também é uma história sobre abuso. Pois Rosemary é engravidada sem seu concnetimento, apenas o de seu marido, Guy, um ator que almeja mais sucesso, e que para isso, a oferece para a seita formada por seus vizinhos.

“O que fizeram com ele? O que fizeram com seus olhos?”

“Ele tem os olhos do pai.”

Agora: Ghost. 

Com certeza recentemente vocês devem ter visto algum reels no Instagram ou no TikTok com cachorrinhos fofinhos fazendo caretas em fotos derivadas de vídeos em que os memos apareciam tentando fazer algo, normalmente morder algo, com a música de fundo, alternando com as imagens:

“Belial, Behemoth, Beelzebub

Asmodeus, Satanas, Lucifer”

Essa música é do conjunto liderado por Tobias Forge chamada “Year Zero”, do albúm “Infestissumam”, e ela conta sobre a vinda do anti-Cristo (literalmente “o bebê de Rosemary”). 

Pesado, né? Foquem nos cachorrinhos.

Em ambas as obras, o tema de ocultismo está presente, mas ligados de uma maneira fofa. Quem disse que tudo precisa ser ruim e mau?




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