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Já que é pra tombar...

Já que é pra tombar...
Andreza Barroco
fev. 2 - 2 min de leitura
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As pessoas esperam do BBB entretenimento e a famosa “alienação”. De brinde, nessa edição, trouxeram dor e alguns gatilhos.

Apesar de todos os problemas que culminaram na atual situação do programa, nada justifica as atitudes de alguns participantes.

Numa edição, em uma semana, trouxeram à tona temas que deveriam ser discutidos por uma vida inteira.

Não tão distante, cada um de nós já presenciou alguma dessas situações, sendo vítima, ouvinte ou até, mesmo sem querer, o que tornou essa situação real.

O distanciamento não só machuca, ele faz você se sentir menos do que você é. Inúmeras vezes já passei por isso e, confidenciando aqui, nada poderia ter sido mais doloroso do que aquilo.

Sabe aquele “meme” do:

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Pois é, ele é real na vida de muita gente.

Eu andava sozinha, a maior parte do tempo eu estava sozinha. Lanchava sozinha, fazia trabalhos sozinha, exceto quando os obrigavam a fazer comigo.

Do dia para noite eu não servia mais para andar com as pessoas, fim. O júri e o juiz andavam em conjunto. Se eu sabia meu erro? Não mesmo. Até hoje tento entender por que alguns passam por mim na rua e viram o rosto.

Isso já não me dói tanto quanto antes, mas imagina você passar boa parte do ensino fundamental assim.

Agora, pense numa pessoa isolada, sem família, sem amigos, sem apoio, trancado numa casa 24 horas por dia com as pessoas que o machucam e não dão a possibilidade dele se redimir.

Esse comportamento não advém apenas de adolescentes, como estamos vendo. No ambiente de trabalho, o mesmo ocorre. Na faculdade então... de quem você menos espera, isso acontece.

A diferença entre as situações acima descritas é que o Brasil inteiro não tem a possibilidade de assistir isso. Enquanto no BBB, você pode passar 24 horas analisando a atitude de cada participante.

A questão é que precisamos olhar mais para essas situações e tentar minimizar a dor do outro. Não somos perfeitos e estamos longe de ser, precisamos entender que não somos capazes de julgar ninguém.

Que isso sirva para nos ensinar a ter responsabilidade uns com os outros e que façamos o bem mesmo que ninguém esteja vendo.


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