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Golden Circle: Por que, como e o que fiz para ter uma experiência profissional no exterior.

Golden Circle: Por que, como e o que fiz para ter uma experiência profissional no exterior.
José Davi
jul. 5 - 5 min de leitura
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     “Qual a história que você quer contar lá na frente?” é principal frase que vem na minha mente antes de eu tomar alguma decisão na minha vida. E não foi diferente quando resolvi realizar o meu segundo intercâmbio e dessa vez para a Ucrânia, um país com uma cultura bem diferente do Brasil. Lá tive a oportunidade de trabalhar por dois meses (janeiro e fevereiro desse ano) numa empresa de TI chamada Coax Software e essa experiência se deu através da AIESEC.

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      Atuei como estagiário no setor de vendas e negócios da Coax Software. Pré-qualificação de leads, implementação de um sistema CRM – Costumer Relationship Management - de fácil acesso no Excel, afim de avaliar os indicadores do Pipeline de vendas, ampliar o sistema de prospecção da empresa pelo LinkedIn e E-mail. Essas foram algumas das minhas funções. 

Por que será que algumas pessoas conseguem se destacar no mercado de trabalho e outras não?

      Muitas vezes essas pessoas estudaram na mesma universidade, fizeram a mesma graduação, tinham notas excelentes, mas ainda assim, umas conseguem se sobressair a outras. Bem, o autoconhecimento está muito atrelado a esse diferencial e, com isso, entramos no Golden Circle. Mas agora, a sua aplicação não é para um âmbito corporativo e sim, para minha vida pessoal e como me utilizo dele para conseguir alcançar meus objetivos.

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Por que decidi ter essa experiência?

      Empresário júnior sempre tem o pensamento de que “nós só conseguimos evoluir quando saímos da nossa zona de conforto”. Esse foi o principal motivo que me impulsionou a fazer com que essa experiência se tornasse realidade. Além disso, estamos vivendo momentos onde o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e difícil de absorver profissionais, então, afim de conseguir um diferencial profissional resolvi buscar outras alternativas de desenvolver minhas soft e hard skills.

Como fiz para alcançar essa meta?

       Tudo começa com o autoconhecimento. Você saber onde quer chegar em curto, médio e longo prazo é essencial. E o mais importante ainda é “como” você vai fazer para atingir essas metas. No meu caso, me utilizei de 5 passos essenciais para conseguir um estágio no exterior. Foram eles: 

1º passo: Elaboração do meu Roadmap

      Tudo começou com o Roadmap. Nele, coloquei quais metas gostaria de alcançar em 2019 e como eu faria isso. Planejamento e visão holística foram essenciais nesse momento.

2º passo: Conseguir um trabalho.

       Primeiro, eu precisaria de um emprego para custear minha viagem uma vez que meus pais não poderiam arcar com tamanho gasto. Foi aí, então, que depois de um árduo processo seletivo, em meados de março de 2019 ingressei na AmBev como aprendiz da área de Gente e Segurança. E foi graças a essa incrível oportunidade que pude economizar dinheiro suficiente para ir para a Ucrânia.

3º passo: Planejamento financeiro.

      Agora, eu precisava de um planejamento financeiro para tornar minha meta realidade. Pesquisas constantes sobre o país onde eu ia trabalhar, conversar com pessoas que moravam na Ucrânia para ter uma noção do custo de vida, poupanças severas e autodisciplinas foram cruciais para concluir essa etapa.

4º passo: Inglês

Como muitos de vocês já devem imaginar, o inglês foi outro diferencial que me ajudou bastante a conseguir esse estágio. Durante a entrevista foi avaliado especialmente o quanto eu entendia de gestão e se eu tinha um nível de inglês alto o suficiente para poder exercer minha função sem muitas dificuldades. Então, trabalhar o inglês não é mais um diferencial e sim, essencial para ajudar nesse tipo de processo.

    5º passo: Antifragilidade.

           Lidar com a graduação de Engenharia Química (5º e 6º período em 2019), exercer o cargo de Diretor Comercial e de Projetos na empresa júnior, TEQInova, trabalhar 30 horas semanais na AmBev foram as principais dificuldade que enfrentei para tornar minha meta realidade. A capacidade de resistir às dificuldades encontradas durante esse trajeto e, mais importante, aprender com elas, foi indispensável para conseguir realizar meu intercâmbio.

O que consegui com essa experiência?

         A parte mais interessante aqui é o compartilhamento de experiência e cultura com pessoas do mundo todo. Ampliei minha network, fiz novas amizades, conheci mais da cultura de outros países, uma vez que convivi com pessoas de várias nacionalidades e com tudo isso, desenvolvi muito meu autoconhecimento e minha autoliderança.

         Além de tudo isso, pude aprender na prática como funciona uma empresa de Tecnologia. Entender mais quais processos elas executam, quais suas dificuldades e como elas se sobressaem as adversidades. Aprendi bastante sobre negociação e relacionamento com cliente e como funcionam outras formas de gerenciar um projeto. Com tudo isso, minha capacidade de identificar e resolver problemas aumentou bastante.

Se você tiver outros questionamentos, pode falar comigo. Ficarei feliz em ajudar.

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José Davi

Presidente, TEQInova - Engenharia Química e Inovação

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