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EMPATIA - Por que as pessoas empáticas serão os líderes do futuro?

EMPATIA - Por que as pessoas empáticas serão os líderes do futuro?
Ana Carla Gouveia
ago. 8 - 3 min de leitura
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Empatia, uma palavra muito dita e escrita nesses tempos de pandemia e novo normal, porém... que poucos colocam em prática! Esse título é o nome de um livro, de Jaime Ribeiro, que traz diversos conceitos sobre como a empatia vai mudar o mundo e como nós somos protagonistas dessa história.

Mas meu caro amigo(a), se você acha que empatia é se colocar no lugar do outro, pasme... NÃO É!!

O Google define a empatia como

substantivo feminino

  1. 1.

    faculdade de compreender emocionalmente um objeto (um quadro, p.ex.).

  2. 2.

    capacidade de projetar a personalidade de alguém num objeto, de forma que este pareça como que impregnado dela.

Ora ora, parece meio confuso, mas não é. Só você pensar que não tem como se compreender coisas que não possuem emoções, como objetos, e parar de comparar as pessoas com coisas concretas, que constrangem e não são agradáveis de se ouvir. Porque não somos objetos, somos seres humanos cheios de sentimentos, pensamentos, qualidades, imperfeições e tudo aquilo que você já sabe... Então, parece-me que algo de errado não está certo nessa definição.

 

A empatia se trata do ato de perceber o outro com um olhar sensível, humano, e compreender como ele enxerga ou se sente sobre tal situação. Para isso, é necessário ter mente e coração abertos, pois como a gente bem sabe, "só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos".

 

O autor Jaime Ribeiro, cita em seu livro que a empatia é a habilidade que nos proporciona cruzar a difícil zona de conflitos das diferenças, e encontrar familiaridade e convergência na prática do amor. Ele nos leva a compreender novos caminhos, habilidades, valores, princípios e referências que jovens precisam, como mentores, por exemplo. Para saber mais, sugiro que você leia esse livro que além de excelente, ainda tem um capítulo (spoiler - cap. 17), que se chama o velho e o moço, música de Rodrigo Amarantes do Los Hermanos, que eu, particularmente AMOOO. Masss, se você não curte Los Hermanos, tenta praticar a empatia vai... Porque eu te entendo... É muito sentimenltal!!

Espero que você tenha gostado and se interessado pelo livro. É sempre bom saber mais e adquirir conhecimento, pois, como disse Theodore Roosevelt:

" Ninguém se importa com o quanto você sabe, até que eles saibam o quanto você se importa".

Fica a reflexão :) 

Até a próxima! #usemáscara 

 

 

 


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