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Darkest Hour: Habilidades comportamentais da 2ª Guerra e dos dias atuais.

Darkest Hour: Habilidades comportamentais da 2ª Guerra e dos dias atuais.

Eu sou apaixonada por história. Apesar de ser “profissionalmente” do campo das exatas, sempre gostei muito de estudar história, seja através de livros ou filmes. Afinal,

“Um povo que não conhece sua História está fadado a repeti-la.”

Nesse contexto, assisti recentemente ao filme chamado Darkest Hour (em português O Destino de Uma Nação), que conta como Winston Churchill tornou-se primeiro-ministro da Inglaterra em maio de 1940. O filme contextualiza o posicionamento do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, se a melhor ideia seria negociar com a Alemanha de Hitler ou contra-atacar, visto que naquele momento a invasão germânica estava avançada e os soldados ingleses cercados.

Churchill opõe-se a qualquer tipo de negociações, apesar da pressão que vem sofrendo com a falta de apoio do próprio partido e do rei Jorge VI, as decisões arriscadas que toma e com o fato de ser conhecido por opções estratégicas fracassadas (no passado). Entretanto, ele está completamente decidido a enfrentar a Alemanha e não se render a um acordo de paz.

Algumas posturas do primeiro-ministro são contestadas até hoje, como odiar Gandhi e ser contra a independência da Índia, mas a história contada no filme me deixou impressionada pela força de vontade em não desistir, por continuar acreditando que havia uma alternativa, mesmo que as chances fossem mínimas e as pessoas dissessem o contrário.

Isso me fez refletir sobre as habilidades comportamentais que nós universitários precisamos desenvolver durante a jornada na universidade e no mercado de trabalho, claro que num contexto totalmente diferente, sem a pressão de uma guerra e os horrores do nazismo.

Você já se sentiu sem saída? Altamente pressionado? Desacreditado? Com medo de tomar decisões fora do padrão? Acredito que sim né, todos passamos por situações em que esses sentimentos são mais comuns do que gostaríamos, e é por isso que desenvolver nossa inteligência socioemocional, a comunicação não violenta, a criatividade, o pensamento adaptativo e transcultural, bem como a solução de problemas complexos são tão importantes.

São habilidades não somente da próxima década ou do mercado de trabalho, mas da vida! Como disse Churchill no final do filme (spoiler):

O sucesso não é definitivo. O fracasso não é fatal. É a coragem de continuar que conta.


Para quem se interessar, deixo aqui o trailer e tem na Netflix!

 

Comunidade do Estágio
Mariana Ferreira Zanotto
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Colunista da AU, estudante de Engenharia Mecânica e recém-formada em Engenharia de Petróleo. Apaixonada pelo aprendizado constante, pessoal e profissional.

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