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Conhecimento, Habilidade e Atitude e a Organização

Conhecimento, Habilidade e Atitude e a Organização
Pricila Halana Melchior
jan. 23 - 4 min de leitura
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O tema que lhes trago hoje é conhecido desde 1970, o qual as empresas e pessoas não falavam e aplicavam, diferente de hoje...

Gestão por Competências, assunto que vários autores já pronunciavam na década de 70, mas que, nem as empresas e as pessoas promoviam o assunto. Com o passar dos anos, viu-se a necessidade de utilizar muito mais o “C.H.A”, que seriam as principais competências: conhecimentos, habilidades e atitudes que o candidato a uma vaga deve apresentar.


Estas competências, gestores de todos os ramos empresariais buscam em seus colaboradores. Quando se trata de gerir pessoas ou buscar o perfil para uma determinada área de atuação utiliza-se de várias ferramentas e táticas, assim, consegue-se  identificar as verdadeiras competências que a pessoa tem e se irá enquadrar-se no cargo.

Gestão por Competências dentro de uma organização consiste em identificar e designar a melhor função para cada perfil profissional. Assim, é possível com que os cargos sejam dados conforme o conhecimento, habilidade e atitude da pessoa. E além do C.H.A, existe outra ferramenta chamada C.H.A.V.E, que vem a ser: Conhecimento, Habilidade, Atitude, Valores e Entrega.


Geralmente, algumas empresas tem como princípio aderir colaboradores com algumas habilidades e conhecimento, se a pessoa não tiver o perfil completo, serão adquiridos através de cursos e capacitações. Assim, se o colaborador dedicar-se em desenvolver suas funções de forma satisfatória, poderá crescer dentro da organização.


O gestor necessita ter o conhecimento geral da equipe e saber qual é o perfil adequado que ele precisa, juntamente com o recurso humano ele terá êxito em sua escolha. O Recurso Humano (RH), perante a administração da empresa, não era visto como um agente essencial no processo de escolha de seus novos empregados, durante muito tempo ele pouco se envolvia nas decisões estratégicas da empresa.


Realidade que já está se modificando há algum tempo, ele tem participado com mais rigor dentro da organização, influenciando nas decisões organizacionais. Gestão por Competências, segundo Rabaglio (2008 p.1):


"É um conjunto de ferramentas práticas, consistentes e objetivas que torna possível para as empresas instrumentalizar RH e Gestores para fazer gestão e Desenvolvimento de Pessoas, com foco, critério e clareza. Isso é feito através de ferramentas mensuráveis, personalizadas e construídas com base nas atribuições dos cargos ou funções."


No contexto organizacional a qual temos hoje em dia, é importante que os colaboradores estejam habilitados para desenvolver o cargo que lhes é dado e que sejam capazes de se adequar as novas demandas que surgem constantemente, como por exemplo, o home office.

Com a evolução constante da tecnologia do conhecimento e da informação, ele precisa estar atento com tudo o que está acontecendo a sua volta. As organizações estão trabalhando de maneira instigada com o setor de recursos humanos, pois querem contratar pessoas que estejam abertas a novas ideias e criatividade aflorada.

Outra questão que nos últimos anos as organizações também têm cuidado é em referência a longevidade, precisam estar atentas a todos os setores para evitar falhas. Com a globalização que vivenciamos hoje, dar e receber feedbacks de seus colaboradores é de grande valia para os gestores. A partir desta troca de mensagem que é feita, podemos ter ciência do que está acontecendo na empresa. É de importância que os colaboradores tenham em mente sobre quais são suas obrigações dentro da organização, assim como saber o que cada colega faz.
 

Com a era globalizada do atual cenário, as empresas não contratam pessoas apenas para o trabalho manual ou pensando no processo do produto e sua venda. Elas buscam personalidades que são capazes de vestir literalmente a camisa da empresa, mostrando suas habilidades de comunicação, de empreendedorismo, de negócios e entre outras, trazendo melhorias e evolução. Selecionar, ensinar e aperfeiçoar o futuro empregado para que ele tenha a capacidade de saber trabalhar em equipe, estar disposto a mudanças que podem vir a ocorrer no meio do caminho, flexibilidade para saber lidar com questões problemáticas. Podem-se levar anos talvez, mas se a pessoa tem real interesse ela atingi o seu objetivo e o da organização (LACOMBE, 2005).

 

 

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