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As coisas "𝘈 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘥𝘰𝘳𝘪"

As coisas "𝘈 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘥𝘰𝘳𝘪"
Alexandre De Souza
jul. 18 - 2 min de leitura
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    Quando se trata de fazer coisas em meio a uma quarentena - com o majoritário da sua vida provavelmente em pausa provisória ou não - é complicado. Principalmente porque, quando não é faculdade, mercado de trabalho, processos seletivos e outras coisas do gênero quase suspensas, é sua própria vontade e foco para as coisas, que se não estiver suspensa, está bem tentada para isso. Mas isso é bom, já que as vezes a gente tem que dar um tempo de tudo.

   No campo das Ciências Sociais, mais especificamente na Filosofia, Immanuel Kant tem coisas interessantes. Dentre elas, há a teoria de que existem dois tipos de conhecimento: 𝘈 𝘱𝘳𝘪𝘰𝘳𝘪, que vem das habilidades que se sabe inconscientemente - respirar, a capacidade instintiva do recém- nascido de nadar - , e ð˜ˆ 𝘱𝘰𝘴𝘵𝘦𝘳𝘪𝘰𝘳𝘪 (que pensando agora, combina bem com "𝘈  𝘧𝘢𝘻𝘦𝘥𝘰𝘳𝘪") , que se descobre com o tempo - as experiências práticas -.

   Hoje, por exemplo, meu "𝘈 𝘧𝘢𝘻𝘦𝘥𝘰𝘳𝘪" do dia foi fazer uma mesa do zero, só com tábuas, pregos, serrinha (uma mini serra elétrica de mão, mas tão pesada quanto) e martelo. Ficou com a firmeza de um boneco de posto de ar em cada perna? Sim. Mas eu tentei. E não é que ficou bonito?

  Isso me lembrou uma apresentação sobre mini-metas e seus benefícios consequentes que vi uma vez antes de quarentena que daria um ótimo gatilho para a seguinte pergunta: como anda o seu "𝘈  𝘧𝘢𝘻𝘦𝘥𝘰𝘳𝘪 " ? Como você desenvolve suas aptidões e habilidades nessa quarentena quando você não tem um incentivo mais externo?


 


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